MoneyBall: A ciência dos dados aplicada aos esportes

Nos EUA, já fazem anos que os números movimentam os esportes.

No Beisebol, atletas são escolhidos por sua performance para compor times mais competitivos. Isso é fruto de um antigo estudo que não considerava em nada a emoção como principal diferencial do esporte, e sim que se as peças certas fossem colocadas no lugar certo, os resultados poderiam ser previstos. Ele acertou. Hoje, sistemas indicam times mais competitivos através do cruzamento de dados históricos do desempenho dos atletas, determinando inclusive as posições que devem jogar no campo. O filme MoneyBall retrata essa história completa, vale a pena assistir (aqui o trailer)

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No American Football (Futebol Americano), técnicos e assistentes com poderosos sistemas e equipamentos de última tecnologia tomam decisões tendo como base os números do próprio jogo, em real-time acompanham cada detalhe dos atletas e das equipes adversárias (considerando ocupação de campo, posicionamento das equipes, deslocamento do seu time e dos adversários,…). Esse esporte, sem essa tecnologia aplicada, é chamada de Amador por lá. Vale a pena ler esse artigo (em inglês) sobre essa tecnologia aplicada.

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No Brasil, ainda “engatinhamos” nesse aspecto. Números e estatísticas fazem parte da realidade de pouquíssimos clubes que começam a olhar para isso, ainda de forma emocional e pouco racional.

No futebol, recentemente o clube do Corinthians optou por utilizar um software que analisa a performance de atletas em todo mundo, e que os compara gerando médias baseado em dados referente a cada partida que disputam (passes certos, errados, chutes, cruzamentos, cabeceios,…). Por uma “coincidência”, contrataram o Guerreiro, que “por um acaso”, acabou se firmando no time por sua regularidade e que por muita “sorte” acabou fazendo o gol do título mundial pelo clube.

Obviamente que os números não devem ser a única ferramenta dos clubes, mas em tempos que encontramos equipes tão regulares e com tão pouca distinção técnica, qualquer diferencial competitivo pode tornar-se um grande trunfo.

A Perestroika possui um curso chamado Brand Score (aberto somente em SP por enquanto), ele tem um formato muito interessante de não falar apenas de marketing esportivo, e sim abordar o universo que cerca esse business cada vez mais competitivo.

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Estou preparando uma aula especial, mostrando como os números tem levado grandes marcas a escolherem os atletas que patrocinam, projetando até mesmo em quem investirão daqui 10 anos e qual resultado financeiro terão com esses profissionais. Mostrarei como análises de performance tem sido feitas em campo, com toda a tecnologia que temos hoje, é possível capturar dados das formas mais diversas, que depois transformam-se em informações preciosíssimas para clubes e investidores. A Tecnologia aliada a Ciência dos Dados invadiu também os campos esportivos, fazendo com que investimentos sejam mais certeiros e o esporte se torne mais competitivo. Dá uma olhada nesse software:

Visite o site do curso Brand Score e saiba mais: http://www.perestroika.com.br/brandscore

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