O mercado de comunicação está aquecido, para quem não é de comunicação.

O mercado de comunicação está passando por uma prova de fogo. 

Agências estão sendo provocadas de forma agressiva por seus clientes por entregas reais, deixando de lado os números criados pela comunicação (CPM, CPC, Bounce,…) para provar que a comunicação funciona.

Os clientes, impulsionados por uma cultura de resultados das multinacionais, estão trazendo fórmulas prontas que aplicam em outros países, querem provar resultados em seus relatórios de desempenho, algo que obviamente impacta diretamente o seu bônus.

As agências, com suas culturas criativas, no primeiro momento assustaram-se com as demandas, mas logo foram atrás de ferramentas para atender (como muitas dessas agências também são multinacionais, já possuem práticas reais do mercado lá fora).

Então depararam-se com alguns problemas:

  • Existem poucas pessoas no Brasil aptas a trabalhar com essas ferramentas;
  • Não existem pessoas dentro da área de comunicação com formação/conhecimento específico para tratar o assunto;
  • Veículos não estão preparados para responder as questões que estão sendo levantadas;
  • A legislação brasileira possui restrições a forma de automatização e prova de resultado proposta (é muito defasada para compreender essa mudança);

E agora?!

Agora os principais players (clientes, agências e veículos) buscam profissionais para responder estas demandas. O mercado de comunicação está muito aquecido, mas não necessariamente para pessoas de comunicação.

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As novas perguntas do mercado estão provocando uma verdadeira corrida por essas novas respostas. O mais interessante é que independente de onde se busca essa resposta, ela não estará pronta. Obviamente é necessário adaptar essa realidade para o mercado nacional, mais do que isso, fazer com um nova leitura do comportamento do consumidor brasileiro para entender como isso reflete na comunicação de uma forma geral. As fórmulas que funcionam lá fora precisarão ser adaptadas para funcionar aqui.

É um grande momento para quem é do mercado e não gostava da forma que a comunicação impactava no negócio de seus clientes. É um grande momento para quem está entrando nesse mercado com conhecimentos específicos complementares. É um grande momento para quem gosta de fazer coisas com resultados tangíveis, e não apenas dados subjetivos.

A razão está provocando a intuição.